Não ter tempo

Foram libertados os cabecilhas da rede criminosa de 13 polícias que se apoderou da PSP de Cascais, em maio de 2011.
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Os dois agentes de Cascais, conhecidos por Magee e Costinha, foram detidos por crimes como corrupção, extorsão ou tráfico de droga e de armas, foram na altura considerados os cérebros da rede criminosa com 13 polícias.

Estiveram presos um ano, por ordem do juiz Carlos Alexandre, que à data estava de turno.

A acusação saiu em maio deste ano, um ano depois, e tudo corria dentro dos prazos, por ter sido decretada a especial complexidade. Depois disto, a juíza Maria Antónia Andrade, titular do processo do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, tinha um prazo máximo de quatro meses para decidir se os 30 acusados - 13 polícias e 17 civis -, iriam ou não ser julgados pelas dezenas de crimes em causa.


Pedófilos à solta

Uma menina de 10 anos estava a ser abusada sexualmente pelo pai, um ex-recluso que beneficiava de liberdade condicional após cumprir parte da pena de 14 anos a que fora condenado.

O caso ocorreu em Amarante e o suspeito, de 43 anos, regressou à reclusão, por ordem da autoridade judicial, especifica a Diretoria do Norte da PJ, que, também esta terça-feira, anunciou uma segunda detenção por abuso sexual de crianças, esta em Gondomar.

No caso de Amarante, o recluso terá começado a abusar sexualmente da filha logo após ter obtido a liberdade condicional, em maio deste ano.

"Os abusos sexuais foram cometidos na casa da família, em Amarante, numa residencial e na viatura do arguido", explica a PJ/Norte.

Em Gondomar, o detido é um desempregado de 40 anos e os factos ocorreram no interior de uma casa abandonada "para onde o arguido, com o pretexto de ir comprar guloseimas, levou um menino de três anos de idade e um seu irmão de dois anos", conta a polícia.

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