O que está em causa é a autonomia do ensino superior em Portugal que permite casos como o Relvas *

Na Lusíada não se faz este tipo de reconhecimento. Na Portucalense, no Porto, a vice-reitora Paula Morais explicou que acontece com alguma frequência, mas que os alunos estão sempre obrigados a fazer pelo menos 25% do curso.

* e sabe-se bem que algumas instituições do ensino superior em Portugal - e não só privadas - são totalmente controladas por "grupos obscuros". Pela sua pequena carga horária, boas remunerações e total autonomia, o ensino superior em Portugal sempre foi alvo do controle de "grupos obscuros" que lá procuraram encaixar os "seus".

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