Guerra contra civis apoiada pela Rússia e pela China

“É inegável que o regime ainda possui forças, reais e imaginárias, que pode vir a usar” para continuar a reprimir revolta popular desencadeada há 16 meses, reconheceu o sírio Kawakibi, que é também cientista político na Universidade de Amesterdão (Holanda). O Presidente, Bashar al-Assad, “está ainda a ser apoiado pelos russos [que, com a China, vetaram hoje mais sanções a Damasco na ONU] e pelos iranianos. Também não há dúvida de que tentará aproveitar-se do medo que o mundo tem da instabilidade regional”.

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