O genocídio nosso de cada dia *

Uma mulher, de 36 anos, foi ontem baleada na cabeça pelo marido, em Aguçadoura, Póvoa de Varzim, um crime que estará relacionado com a intenção de pedir o divórcio que vinha sendo manifestada pela vítima. 
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Também na passada quarta-feira, no Montijo, uma mulher, igualmente de 36 anos, foi gravemente esfaqueada pelo homem com quem vivia até há cerca de um mês.
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Ainda na quarta-feira, em Alhos Vedros, Moita, outra mulher, de 45 anos, foi abatida a tiro pelo marido, do qual vivia separada há cerca de dois meses.
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Fatal foi também o desfecho de outra agressão à facada, na segunda-feira, em Pêro Moniz, Cadaval. Magda, de 22 anos, foi atingida com várias facadas pelo antigo companheiro


* isto só acabará no dia em que este lugar apodrecido, onde a brutalidade faz lei (e não é de agora), se deixe de hipocrisias e adopte a pena de morte para os crimes "passionais". De resto estes sujeitos para além de serem uma patética menos-valia permanente para qualquer sociedade, não são recuperáveis e poderão noutra situação similar matar outra vez. A pena de morte é a única situação que pode de alguma maneira proteger as cidadãs potenciais vítimas, que são incrivelmente necessárias e importantes para o país, assim como a sociedade em geral, destes horrorosos assassinos psicopatas. O discurso politicamente correcto é criminoso e responsável por este estado das coisas. Portugal não pode, nem agora nem nunca, ser comparado aos países mais "civilizados", por isso o seu código penal tem de ser muito mais duro e punitivo do que o dos países avançados do centro e norte da Europa.

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