Argumentos com (muita) força *
“O Syriza tem coragem. Não é o partido do meu coração, mas admiro-os. Não vou votar nos partidos que nos puseram neste estado”, sublinha.
* o que nos conduz à questão de quando é que a UE criará um sistema de justiça, comum e transversal, com poder para julgar os governantes corruptos, que os julgue e condene efectivamente, pois é bem sabido que nos países atrasados da "eurozona", como Portugal, a justiça é ineficaz e corrupta e favorece sempre os poderosos. A alternativa (a uma justiça comum, credível, séria e eficaz) será o fim do "sistema democrático" (na realidade será o estrondoso falhanço do "sistema democrático" na europa do sul, exceptuando talvez Itália que, apesar de tudo, "é outra coisa", talvez devido ao facto de fazer fronteira com a Alemanha, o que eventualmente levará à sua partição, dado que o sul de Itália é de facto... "outra coisa"... como muito bem sabemos), no futuro, já que as pessoas tolerarão cada vez menos os mafiosos e corruptos dos "centrões" do sul da Europa e tenderão a votar nos "radicais", mesmo que não acreditem neles. Chegar-se-á ao ponto de que qualquer coisa será preferível ao podre e escandaloso estado das coisas...
* o que nos conduz à questão de quando é que a UE criará um sistema de justiça, comum e transversal, com poder para julgar os governantes corruptos, que os julgue e condene efectivamente, pois é bem sabido que nos países atrasados da "eurozona", como Portugal, a justiça é ineficaz e corrupta e favorece sempre os poderosos. A alternativa (a uma justiça comum, credível, séria e eficaz) será o fim do "sistema democrático" (na realidade será o estrondoso falhanço do "sistema democrático" na europa do sul, exceptuando talvez Itália que, apesar de tudo, "é outra coisa", talvez devido ao facto de fazer fronteira com a Alemanha, o que eventualmente levará à sua partição, dado que o sul de Itália é de facto... "outra coisa"... como muito bem sabemos), no futuro, já que as pessoas tolerarão cada vez menos os mafiosos e corruptos dos "centrões" do sul da Europa e tenderão a votar nos "radicais", mesmo que não acreditem neles. Chegar-se-á ao ponto de que qualquer coisa será preferível ao podre e escandaloso estado das coisas...

