Guerra entre os povos e a "finança" (*)
"On the one side there are workers and a majority of people, and on the other are global capitalists, bankers, profiteers on stock exchanges, the big funds. It's a war between peoples and capitalism ... it is the international financial system, and more especially banks, that are gaining most".
(*) independentemente da culpa dos gregos (**) - que agora, assim de repente, deram em convictos anti-capitalistas e em ferozes anti-germânicos (e da culpa da Goldman Sachs que patrocionou a vigarice grega) - se não houverem culpados daquilo ao que se chegou, se os corruptos não forem exemplarmente punidos, se as pessoas continuarem a ser chuladas pelas PPP, pelas EP's e pelos Institutos Públicos, seguramente a paz na "mundo ocidental" não perdurará.
(**) tal como em Portugal, falar em "gregos" é algo genérico. Todos sabemos, olhando para Portugal, que as grandes trafulhices de Estado, a grande corrupção, os cargos nas EP's e nos IP's só favorecem alguns. Seguramente que enquanto uns gregos andam a correr para os bancos para levantarem o mais que podem, outros sobrevivem nas ruas porque não têm nada para levantar e outros nem sequer se movem pois, como a generalidade dos corruptos de Estado portugueses, puseram o dinheiro que roubaram nas "off-shores". Enquanto os corruptos não forem exemplarmente punidos e a corrupção definitivamente estancada a paz não é consistente. Enquanto houver "boys e girls" que escapam à austeridade à custa dos contribuintes, nas EP's e nos IP's, nomeadamente, a coesão social é uma miragem e a paz é artificial.
(*) independentemente da culpa dos gregos (**) - que agora, assim de repente, deram em convictos anti-capitalistas e em ferozes anti-germânicos (e da culpa da Goldman Sachs que patrocionou a vigarice grega) - se não houverem culpados daquilo ao que se chegou, se os corruptos não forem exemplarmente punidos, se as pessoas continuarem a ser chuladas pelas PPP, pelas EP's e pelos Institutos Públicos, seguramente a paz na "mundo ocidental" não perdurará.
(**) tal como em Portugal, falar em "gregos" é algo genérico. Todos sabemos, olhando para Portugal, que as grandes trafulhices de Estado, a grande corrupção, os cargos nas EP's e nos IP's só favorecem alguns. Seguramente que enquanto uns gregos andam a correr para os bancos para levantarem o mais que podem, outros sobrevivem nas ruas porque não têm nada para levantar e outros nem sequer se movem pois, como a generalidade dos corruptos de Estado portugueses, puseram o dinheiro que roubaram nas "off-shores". Enquanto os corruptos não forem exemplarmente punidos e a corrupção definitivamente estancada a paz não é consistente. Enquanto houver "boys e girls" que escapam à austeridade à custa dos contribuintes, nas EP's e nos IP's, nomeadamente, a coesão social é uma miragem e a paz é artificial.

