Da habitual podridão e descaramento *
Perdiz, porco preto alimentado a bolota e lebre são alguns dos produtos exigidos pelo Caderno de Encargos do concurso público para fornecer refeições e explorar as cafetarias do Parlamento.
Das exigências para a confecção das ementas de deputados e funcionários constam ainda pratos com bacalhau do Atlântico, pombo torcaz e rola, de acordo com o documento a que o CM teve ontem acesso. O café a fornecer deverá ser de "1ª qualidade" e os candidatos ao concurso têm ainda de oferecer quatro opções de whisky de 20 anos e oito de licores. No vinho, são exigidas 12 variedades de Verde e 15 de tintos alentejanos e do Douro.
É também especificado que o mesmo prato não deve ser repetido num prazo de duas semanas. O Caderno de Encargos do concurso, que termina em Junho, estabelece que a qualidade dos produtos vale 50%, o preço 30% e a manutenção 20%.
Das exigências para a confecção das ementas de deputados e funcionários constam ainda pratos com bacalhau do Atlântico, pombo torcaz e rola, de acordo com o documento a que o CM teve ontem acesso. O café a fornecer deverá ser de "1ª qualidade" e os candidatos ao concurso têm ainda de oferecer quatro opções de whisky de 20 anos e oito de licores. No vinho, são exigidas 12 variedades de Verde e 15 de tintos alentejanos e do Douro.
É também especificado que o mesmo prato não deve ser repetido num prazo de duas semanas. O Caderno de Encargos do concurso, que termina em Junho, estabelece que a qualidade dos produtos vale 50%, o preço 30% e a manutenção 20%.
* eis o retrato de um país destruído e arruinado pelos portugueses políticos e funcionários superiores (os diplomatas, por exemplo, que são basicamente uns inúteis, ganham em média 8.000 euros por mês, se se incluirem as subvenções extra-salário) - corruptos e incompetentes - que se alimentam a perdiz e exigem produtos de primeira qualidade!
Só uma guerra civil ou um governo federal, legítimo e forte, que destrone definitivamente estes crápulas e os impeça de continuarem a chular os portugueses, pode limpar um país totalmente desvastado pela corrupção e total falta de vergonha.
A UE deve ter atenção porque Portugal é caso típico do país onde numa situação de mais isolamento internacional uma guerra civil estaria já a acontecer. Mas será tudo uma questão de tempo, se a UE e a Eurozona não derem passos significativos e definitivos para a federalização e o destronamento dos déspotas e corruptos portugueses.
Como Portugal é "património" da UE - sendo simultaneamente um território logisticamente não dispensável do "ocidente" - seria bom que a UE, os países "substancialmente" contribuintes, olhassem com mais atenção para o caso português e implementassem mudanças relevantes, nomeamente através de um governo federal que mude todo o "sistema português" (na realidade não há "sistema" nenhum: só há corrupção e "jogadas por debaixo da mesa" que favorecem um bando de crápulas, alguns "legitimados" pelo voto, e um exército de funcionários superiores não eleitos*, que, salvo raras excepções, arrebataram os cargos através de "cunhas" e outras influências obscuras).
* estão por todo o lado: são famílias inteiras que se instalaram na administração pública e nas empresas públicas como se fossem uma coutada privada. Fabricaram concursos, sonegaram informação aos "outros" e forneceram informação privilegiada aos "seus". É uma máfia sem princípios que se instalou a todos os níveis da administração do Estado e das empresas públicas (e até nas universidades do Estado!). Daí a tremenda barulheira quando se fala na privatização de algumas dessas empresas que continuam a viver à custa dos contribuintes, que desde sempre despoticamente chularam. Há que pôr um ponto final nisto. A bem ou a mal.
Só uma guerra civil ou um governo federal, legítimo e forte, que destrone definitivamente estes crápulas e os impeça de continuarem a chular os portugueses, pode limpar um país totalmente desvastado pela corrupção e total falta de vergonha.
A UE deve ter atenção porque Portugal é caso típico do país onde numa situação de mais isolamento internacional uma guerra civil estaria já a acontecer. Mas será tudo uma questão de tempo, se a UE e a Eurozona não derem passos significativos e definitivos para a federalização e o destronamento dos déspotas e corruptos portugueses.
Como Portugal é "património" da UE - sendo simultaneamente um território logisticamente não dispensável do "ocidente" - seria bom que a UE, os países "substancialmente" contribuintes, olhassem com mais atenção para o caso português e implementassem mudanças relevantes, nomeamente através de um governo federal que mude todo o "sistema português" (na realidade não há "sistema" nenhum: só há corrupção e "jogadas por debaixo da mesa" que favorecem um bando de crápulas, alguns "legitimados" pelo voto, e um exército de funcionários superiores não eleitos*, que, salvo raras excepções, arrebataram os cargos através de "cunhas" e outras influências obscuras).
* estão por todo o lado: são famílias inteiras que se instalaram na administração pública e nas empresas públicas como se fossem uma coutada privada. Fabricaram concursos, sonegaram informação aos "outros" e forneceram informação privilegiada aos "seus". É uma máfia sem princípios que se instalou a todos os níveis da administração do Estado e das empresas públicas (e até nas universidades do Estado!). Daí a tremenda barulheira quando se fala na privatização de algumas dessas empresas que continuam a viver à custa dos contribuintes, que desde sempre despoticamente chularam. Há que pôr um ponto final nisto. A bem ou a mal.

