Conversa da treta

“Não existe nada que tenha o nome de “tropas armadas da oposição”, como foi mencionado no relatório de Ki-moon: ou existe uma oposição de opinião que é bem-vinda a dialogar com o Estado, que nunca fechou as portas ao diálogo, ou são terroristas e, portanto, o emprego de tal designação requer um exame por parte da equipa do Secretário-Geral das Nações Unidas, porque não pode dizer-se “forças da oposição armadas” e não pode justificar-se a acção armada contra o prestígio do Estado, seja qual for a razão política invocada”, sublinhou.


Nota: pura conversa da treta. Prestígio do Estado num cenário de guerra civil?! Isso é o que está para ser visto pois amanhã o Estado poderá ter outras figuras que falarão também na defesa do "prestígio do Estado", como se o "prestígio" fosse o valor máximo pelo qual um Estado se deve reger! E não hesitarão em executar aqueles que agora falam no "prestígio do Estado" em nome, claro, do "prestígio do Estado".

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