Da perversidade

A perversidade remete para comportamentos que na prática visam a manipulação d@ outr@. 

Teoricamente outras pessoas podem ter comportamentos pontuais determinados pela perversidade sem que sejam "comandadas" por uma "estrutura psíquica" perversa. Mas se esses comportamentos vão além do "pontual" talvez se esteja perante um/a sujeito/a perverso/a. Existiam dúvidas se à perversão correspondia uma"estrutura psíquica". Para haver sujeito perverso, e o sujeito perverso é perverso a tempo inteiro, tem de haver uma "estrutura psíquica" própria da perversão, que é estruralmente a mesma em todas as perversões e daí o perverso ser um aglomerado, um "catálogo", de perversões.

O perverso mente como forma de manipular as pessoas, "coisificá-las". Mentir ou falar verdade tem exactamente o mesmo valor para o perverso. Manipular @s outr@s para @s colocar ao serviço do seu "gozo" - utilizando uma terminologia lacaniana - constitui a verdadeira "essência" do sujeito perverso, aliás, a sua única "essência".

O perverso é sempre "esperto", frequentemente inteligente e algumas vezes muito inteligente. O "grande perverso" ** é aquilo que vulgarmente se designa por "psicopata": um sujeito capaz de cometer quaisquer atrocidades para alimentar o seu peculiar "gozo" (na plena aceção lacaniana de gozo), que pode assumir formas diferentes. O perverso adapta-se a todas ideologias procurando tirar proveito delas a favor do seu "gozo", que é a única "coisa" que possui "realidade" para ele. É importante compreender-se isto para se perceber que o funcionamento dos perversos contradiz liminarmente a "teoria" de que todo o ser é recuperável (nem sequer é "teoria" pois quem tal proclama fá-lo como sendo uma tautologia,sem apresentar estatísticas e estudos consistentes, logo não passa de uma proclamação de "psudo-ciência" e pseudo-humanismo, pois as vítimas desses criminosos são insultadas com este tipo de proclamação).

O perverso transforma os outros em utensílios, pois os outros mais não são que objetos que ele pretende dispôr e manusear de acordo com alguma espécie de rituais que preenchem o seu "gozo", dando uma certa áurea "metafísica" ao sacrifício, mais ou menos ritualizado, a que ele, podendo, submete os outros, sentindo-se uma espécie de deus ou demónio, dotado de poderes irrestritos sobre os outros. Aqui não podemos deixar de pensar em Heidegger e na ideia da "utensibilidade" dos seres individuais atirados(geworfen)para o mundo, assumindo-se o perverso como o deus desse mundo, aquele que decide a existência daqueles que lhe caem nas mãos. Isto não é só típico do assassino em série, que é o estado mais "avançado" do grande perverso, que face à impossibilidade prática de dispôr irrestritamente das pessoas decide pelo sua morte. Basta olhar-se para os que matam "por ciúmes": só decidiram pelo assassinato quando deixaram de conseguir manipular totalmente as suas vítimas, nomeadamente quando estas começaram a questionar essa manipulação, a escravatura, a que estavam sujeitas. Quem mata "por ciúmes" está na linha direta do assassino em série e o seu arrependimento é sempre falso e manipulador da sociedade, da justiça e dos próprios "especialistas", psiquiatras, psicólogos e psicanalistas, ainda que estes últimos sejam mais dificilmente manipuláveis pelo perverso já que a psicanálise lhe nega o estatuto de "caso clínico": um perverso não é um "doente", um perverso é um criminoso em ato ou em potência, que não é recuperável. 

Bourdieu acusou Heidegger de reduzir os "entes" a meros utensílios do processo do "desvelamento do Ser", que na história do seu tempo correspondeu ao advento do nazismo que Heidegger apoiou, mantendo uma pose pretensamente "neutra" e "distanciada". No entanto seria estupidez equacionar-se que Heidegger pudesse ser colocado ao mesmo nível do vulgar perverso (coisa que Bourdieu evidentemente não faz já que equaciona a sua crítica em termos da interpretação contextual e histórica dos conceitos Heideggerianos): Heidegger tinha ideologia (tal como se deduz da crítica de Bourdieu, em "O que falar quer dizer", brilhante mas que não partilho, pois não me parece que o "Ser e o Tempo" tenha sido escrito deliberadamente como suporte filosófico do nazismo); o seu pensamento constituiu-se numa "ideologia", numa "ontologia". [É curioso que ninguém tenha teorizado o facto de Satre ter sido complacente com a última fase da colonização francesa da Algéria, que terá sido uma cumplicidade criminosa devido a todo o aparato militar altamente repressivo que implicou. Satre era membro do partido comunista, por um lado, e não tem o impacto filosófico e histórico de Heidegger, por outro

O perverso é desprovido quer de "ideologia" quer de "crença", servindo-se delas unicamente para manipular os outros. O perverso está "animalescamente" "agarrado" à satisfação do seu "gozo" e tudo o que vê ou sente é previamente determinado por tal. A consequência lógica é que o sujeito perverso não pode ser considerado um "ser humano", mesmo à luz da "Carta sobre o Humanismo", em que Heidegger demonstra que a atrocidade faz parte da "humanidade do homem". O perverso é literalmente dominado pelo exercício do seu "gozo", sendo desprovido de tudo o que caracteriza os "humanos", nomeadamente daquilo que designamos por "personalidade", já que para ele, na realidade, nada existe para além da satisfação da sua perversão. O perverso é dominado pela "compulsão" à satisfação do seu gozo. Só tem isto, nada mais. Tudo o resto, por mais intrincado que seja o seu discurso, está literalmente subordinado à  compulsão de "coisificação" do "outro", impondo-se como o objeto de desejo d@ "outr@". O perverso é um "robot", "programado" pela compulsão à satisfação do seu gozo. Por isso os perversos não são "seres humanos", ainda que totalmente conscientes do dano que causam aos out@s, já que o "gozo" do perverso assenta precisamente na manipulação e controle literal d@ outr@. 

* O perverso não manifesta uma unicidade de comportamento sexual, uma vez que o seu comportamento varia de acordo com a sua vontade "estrutural" de transformar os outros em meros objectos do seu "gozo", apresentando-se como sendo ele próprio o "verdadeiro" e definitivo, literalmente, objeto de desejo d@s outr@s. 

Jacques Lacan introduz o conceito de "estrutura psíquica", defendendo que o comportamento sexual do pervertido corresponde à sua "estrutura psíquica" e logo deve ser aceite e considerado "normal", ainda que não explique que "estrutura psíquica" possui o gay "activo", já que, segundo Lacan, o "passivo" possui uma "estrutura psíquica" feminina. A teoria lacaniana, para além da "falha" de não explicar o gay "ativo", ignora a forte psicopatia presente nos gays, que simplesmente não compreendem, ou se compreendem não aceitam, que muitos homens nem é gay, nem virá a ser gay. No fundo os homossexuais revelam uma "estrutura psíquica" psicopata já que pretendem impôr a sua perversão a todos os outros e, se pudessem, impunham-na à força (a tal "virilidade" masculina de que fala Foulcault que tem de ser aplacada pois o "auto-cntrole", a "auto-restrição" - e, sem querer estar com insinuações, Foucault trata disso exatamente quando fala da relação de homens adultos com "rapazes", na antiga Grécia - de que fala Foucaut não existe: o que existe, por parte dos homossexuais, é a procura do "grande gozo"...), eliminando aquel@s que resistissem a essa imposição. O mesmo em relação ás lésbicas, que, no limite, possuem uma "estrutura psíquica" obsessivo-compulsiva, típica dos homens (as ativas, evidentemente). No que respeita a estudos e estatísticas convém ter-se em conta @s que seguem.

[Overall recidivism rates were 22.8%, 33.9%, and 45.6% for sexual, violent, and any reoffence, respectively. ] 

[Additional findings showed that 60 percent of male homosexuals had more than 250 lifetime sexual partners, and 28 percent of male homosexuals had more than 1,000 lifetime sexual partners. Another startling fact is that 79 percent admitted that more than half of their sexual partners were strangers

[During the 1960s and early 1970s, some argued that homosexuals were as mentally healthy as heterosexuals. However, confronted by considerable evidence from the late 1990s onward that homosexuals and bisexuals are at least two- to three-fold more likely to manifest mood disorders, anxiety disorders, and substance use disorders compared to heterosexuals, homosexual activists and homophiles have promptly started blaming stigma, prejudice, and victimization for elevated psychiatric morbidity among nonheterosexuals. Preliminary considerations suggest that elevated psychiatric morbidity among nonheterosexuals is not readily explicable in terms of stigma, prejudice and victimization.]

[Roughly 9% to 40% of pedophiles are homosexual in their orientation toward children — but that is not the same as saying they are homosexual. Homosexual adults are no more likely than heterosexuals to abuse children.]


O "lobby gay" é uma espécie de "cunning State" difuso. Esteve em silêncio até agora, quando todos sabiam que mulheres consideradas adúlteras, frequentemente por mera vingança, são assassinadas por lapidação em alguns países islâmicos. Mas agora que o Sultão do Brunei decretou que o mesmo deve acontecer com os gays, a organização da photo London rescindiu com os hotéis e as colecções do dito ditador e empresas decretaram boicote institucional ás cadeias de hotéis do referido sujeito, que já reagiu dizendo que o Brunei é um Estado soberano que não admite interferências externas. Ou seja: o "lobby gay" fecha os olhos ás piores atrocidades, fecha os olhos à venda de armas aos piores regimes, mas, quando é atingido, reage com o poder político e institucional pleno. Também são useiros e vezeiros no assédio gay, seguido de acusação de homofobia, quando alguém os repudia e reage, verbalmente, de maneira menos politicamente correta. Aliás, em Portugal, no mesmo Portugal dos horrendos crimes gay na Casa Pia, muitas outras "histórias" de assédio gay ficaram por contar. Como, por exemplo, os crimes de assédio aos jovens artistas por parte de um administrador de uma orquestra sinfónica juvenil.

[Para além dos estudos acima referidos, que possuem um caráter genérico, estou convencido que, em Portugal, a percentagem de pedófilos gay, bissexuais ou hetero (seria interessante analisarem-se as estatísticas assim como a percentagem de reincidência em cada uma destas "categorias"), em relação à população, encontra-se seguramente bastante acima dos outros países europeus, podendo talvez ser comparado com os países mulçumanos e outros de liminar frustração sexual, se estudos existissem...  A violência doméstica, praticada por portugueses de origem (portanto sem relação aparente com a imigração), é substancialmente maior, em termos porporcionais, aos outros países europeus do sul (porque, evidentemente, não é passível de se fazerem comparações entre Portugal e a Escandinávia, que é "outro mundo"). No que diz respeito a comportamentos que minam a confiança dos cidadãos uns nos outros, a grande corrupção, as "trafulhices" e a pequena criminalidade, é meu convencimento que os números estão também muito acima do resto dos países europeus, sendo os portugueses um povo sem consistência. O futebol surge como uma "cola" aberrante, porque fundada no fanatismo, nos comportamentos tribais, na adesão visceral e bronca, condicionada pela falta de uma cultura intelectual e desenvolvimento cognitivo que capacite os portugueses a exercerem um pensamento crítico, teoricamente inerente ao próprio sistema democrático. O mais revelador é Portugal andar a receber dinheiros europeus, supostamente para se educar e desenvolver, há cerca de meio século, pois os países começaram a receber muito antes de integrarem formalmente a então CEE. Não trato aqui do Brasil * (do México, ou da generalidade dos países "latino-americanos") que Zizek me disse "ter algo do inferno" [basicamente acho que os portugueses introduziram as perversões no Brasil, que, devido à enorme diversidade étnica (também culpa dos portugueses que ao introduzirem os africanos como escravos a exarcebaram fatalmente), ganharam nova radicalidade]

* no ano passado foi concedida a nacionalidade portuguesa a 135.424 cidadãos, o que equivale a mais 35 mil do que em 2016 - o que eu me questiono é se no programa do partido no poder constava esta abertura massiva, irresponsável e de consequências imprevisíveis, pois o futuro da UE é uma incógnita e a eventual repatriação para Portugal dos milhões de estrangeiros com visto ou cartão de cidadania portuguesa espalhados pelo espaço da atual UE, só poderá ser minimamente controlável com o exército nas ruas, como acontece no Brasil, o que em caso de colapso da UE significará o controle do Estado e das instituições pelo exército. Há que reconhecer que nessa situação só o exército conseguirá manter um nível de segurança mínimo enquanto não sejam anulados as cidadanias atribuídas sem plebiscito público (a decisão de atribuição da cidadania portuguesa aos brasileiros após uns meros 4 anos de permanência em Portugal, resultou de vários acordos lesivos do interesse público, entre os quais a destruição da Portugal Telecom pela sua entrega à brasileira OI, decididos por dois corruptos: Sócrates e Lula) e repatriados para os respectivos países de origem os seus ex-detentores, ou aqueles que não sejam considerados de elevado interesse para o país. Os corruptos brasileiros, no poder, de uma penada descongestionaram um país em colapso, com níveis de criminalidade "bíblicos", permitindo a movimentação de milhões de brasileiros rumo à Europa, via Portugal, ao mesmo tempo que em Portugal Sócrates e Cia imaginavam que resolviam a falta de natalidade em Portugal, mantendo todo o sistema de grande corrupção institucional intacto. Só que o agravamento das já precárias condições de vida em Portugal, devido especialmente ao aumento brutal do custo da habitação, poderá ditar o colapso do país no médio prazo]

Separar o perverso do "grande perverso", pode ser mais do que um simples exercício de estilo: trata-se de separar o "chico-esperto", oportunista e manipulador, do carniceiro que disfruta o "gozo" de exercer o poder da vida e da morte sobre as suas vítimas, assim como o pedófilo que "coisifica" vítimas  facilmente "coisificáveis", porque impreparadas para repelirem o grande perverso

A psicose delirante, por vezes toldada de histeria, faz parte da patologia geral dos gays. No entanto há diferenças, que serão estruturais, em relação ao "psicopata". Muitos "psicopatas" aparentam "rasgos" psicóticos, mas com os "psicopatas" nunca se sabe se a patologia é genuína ou encenada. O "psicopata" - o grande perverso - pode iludir certos "especialistas" e quando lhe convém fazer-se passar por "caso clínico".

No realidade Freud considerava homossexual um perverso: também por isto, há que fazer a distinção entre perverso e grande perverso. Já Lacan deu um contributo relevante para a "normalização" da homossexualidade através da invenção do conceito de "estrutura psíquica". Mas o que é a "estrutura psíquica"? Basicamente é a estrutura do "gozo". No entanto não estou a ver claramente a questão da suposta "estrutura psíquica" feminina dos homossexuais. Uns tê-la-ão seguramente, mas esses não se contentarão em ser gays e procedem à mudança de sexo. Mas continua sem explicação o caso dos gays "activos". E continua sem explicação porque nem os "passivos" nem os "ativos" têm uma "estrutura psíquica" feminina. Lacan em 1968 navegou as "modas", criando uma teoria sem  consistência, no que toca à homossexualidade. 

Obviamente que os gays não têm uma "estrutura psíquica" feminina, apresentando um quadro patológico tipicamente masculino, como a obsessão compulsiva, a rigidez na gestão das situações afectivas, o delírio psicótico (nomeadamente de que todos os homens são gays) de generalização, que, na realidade, corresponde a uma vontade de imposição totalitária, de domínio literal d@s outr@s, típica dos psicopatas ("todos os homens são gays, ou disfarçam, ou fazem "jogos", ou hão-de sê-lo").

Lacan explicou, e bem, que a mulher - porque a mãe também é a figura primordial para ela - possui uma maior flexibilidade afectiva, dado que uma relação com a mãe nunca se colocou porque é instintivamente percebida como "anti-natura". A relação com o pai existe mas é desprovida de "carácter estrutural". Portanto, a "personalidade" obsessiva é característica da estrutura psíquica masculina. Nos gays homensempiricamente, podemos observar que existe frequentemente uma patologia obsessiva que não é episódica mas estrutural, o que de algum modo contraria a tese lacaniana da existência de uma alegada "estrutura psíquica" feminina (segundo Lacan, no caso dos homossexuais "passivos")

[aconselho a leitura deste ensaio que coloca em confronto diferentes teorias que se reclamam da psicanálise, onde são referidos os conceitos lacanianos que podem levar sustentar a "normalidade" da "opção" homossexual ("não há relação sexual" é seguramente o mais central, não pelo conceito em si, mas pelo que Lacan nos quer dizer com essa "tautologia", sendo que o conceito do objeto "a" não conduz nesse sentido na medida em que o "objeto a" sendo um "lugar vazio", tanto pode ser preenchido com uma relação homossexual como com uma relação zoófila (e aí tod@s brandariam "perversão"!), uma vez que o conceito de "natural" não é considerado "válido" pelas várias escolas psicanalíticas. Como imagino que não estaremos para "branquear" isso, também não podemos "branquear" a relação homossexual: tratam-se ambas de perversões e a procura do "grande prazer", seja como seja, é em si mesmo um "impulso" perverso, fundado numa estrutura psíquica psicótico-obssessiva, que conduz sempre à "coisificação" do "outro", já que o "outro", para o perverso, não passa de um utensílio na busca do seu "grande gozo")]



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No Portugal atual [estou convencido que boa parte dos portugueses, sobretudo os das classes mais "baixas", sofreram abusos, quando crianças, agora, devido à falha do sistema educativo e a consequente incompreensão  por parte dos portugueses que a democracia começa com o respeito pelos outros e outras, aproveitando o "politicamente correto", querem impôr os abusos que sofreram aos outros. Evidentemente que tal tem,(na prática assiste-se à "decadência irreversível" de que falou Saramago), de ser travado. Com todos os meios necessários. Trata-se de um povo de labregos e dramaticamente parte substancial das novas gerações nada mudaram, muito especialmente os homens, que continuam ignorantes e totalitários, absolutamente inaptos para viverem em democracia], assiste-se a uma generalização tanto das práticas perversas como das atitudes investidas de perversidade. Virtualmente, o objetivo último dos gays ("ativos", "passivos" e os que dão para tudo, como aqueles perversos que fazem engate gay com as  mulheres ao lado) é um mundo de "homens com homens" e "mulheres com mulheres". Desde sempre, por interesse próprio, inerente à sua condição estrutural, tentaram destruir a relação homem-mulher. Atualmente, de formas ainda mais impregnadas de perversidade, fazem-o sistematica e metodicamente, interferindo intrusivamente nos relacionamentos entre os sexos opostos, tirando amplo partido de situações de fragilidade das pessoas e/ou das relações e muito especialmente das culturas onde a estruturação das sociedades se funda na relação família alargada, onde as jovens adultas são desprovidas de verdadeira autonomia, como são as sociedades do sul da Europa. Portugal substancialmente mais que, por exemplo, Espanha. [no sentido de se perceberem as "especifidades" portuguesas, ou uma leitura interessante dessas "especificidades", leia-se "Os filhos da mãe", obra (no entanto a Maria Belo, que ali desenvolve claramente um trabalho de etnologia, não deveria ignorar Ruth Benedict que, em Padrões de Cultura, obra que constitiui um "marco" na história da antropologia, argue que o Complexo de Édipo não existe em pelo menos um modelo cultural que ela investigou, logo, deduz-se, não se trata de um "padrão" universal) da minha ex-professora e ex-psicanalista, Maria Belo, que seguramente não subscreveria o que defendo neste "post" e na generalidade dos outros (não poderei referir como tão relevante a obra do meu ex-professor José Gil, "Portugal, Hoje — O Medo de Existir", obra que assumo não ter lido integralmente por entender que a "inveja" e outras "categorias", que ele costumava "elaborar", não podem ser causas mas sintomas de algo mais estrutural, estruturante e imutável)]. A situação é tanto mais grave devido ao aproveitamento que os mais broncos entre os broncos, que serão provavelmente os mais perversos entre os perversos, fazem do politicamente correto. Descendentes daqueles que antes violavam as mulas e as ovelhas, agora têm um sentimento de impunidade a martelar-lhes um cérebro condicionado unicamente pelas suas compulsões perversas e criminosas, e, por exemplo, na "cidade universitária mais antiga de Portugal", Coimbra, ouvem-se histórias de violações, tanto de raparigas como rapazes, praticadas por esses monstros (li isso, há anos, num jornal que alertava para as pessoas terem cuidado, especialmente durante as festas académicas). Também, pelo que vi, parece a prática da homossexualidade parece estar generalizada, infelizmente não unicamente nessa "cidade universitária mais antiga" (as perversões encontraram terreno fértil entre os portugueses, acelerando uma decadência que irá conduzir ao desaparecimento do lugar enquanto país), onde muitos "mestres" não deixarão de tirar vantagem da comparação da relação discípulo/mestre na antiga Grécia - que era uma sociedade absurda e disfuncional, onde a alegada democracia era baseada na escravatura e na misoginia radical, só podendo ser designada como "democracia", ou "berço da democracia", por brincadeira de mau gosto. Claro que um Michel Foucault faz uma abordagem "produtiva" da Grécia antiga... o que, no limite, demonstra que um pensador gay não consegue autonomia reflexiva em relação a essa condição. Não me vou referir à filosofia, ou ás filosofias (pois entre Platão e Aristóteles há um fosso intransponível a separá-los, sendo Aristóteles um percussor da contemporaneidade, ou de uma contemporaneidade devedora à conceção de "ato" e "potência", que teve o primeiro momento historicamente significativo na dialética hegeliana), da antiga Grécia, pois teria de fazer uma comparação sistemática com as filosofias orientais da época, para demonstrar que a filosofia grega é vácua e superficial, só podendo concordar com o Nietsche da Origem da Tragédia, assim como muito bem compreendo Nietsche quando ele, na teoria do "super-homem", enfatiza que a força da mediocridade pode anular a capacidade e a transcendência do "super-homem". Posteriormente Almada Negreiros proclamou que Portugal é um país especializado em transformar génios em gente mediocre. E, neste aspeto, todos os "seres pensantes" parecem estar de acordo

Portugal é o paradigma da ligação freudiana do ciúme (com liquidação do "objeto"#) à homossexualidade, apesar que não me parece que a ligação seja como Freud a concebeu pois o caso português só pode ser entendido à luz da expansão da estrutura psíquica do perverso, não somente a todos os aspectos da sua existência mas também aos limites da própria perversidade, que, por inerência a si própria e ao seu caráter totalitário, não aceita limites. A "natureza" do perverso é "coisificar" @s @utros. Mas uma coisificação com indexação de propriedade: o preverso considera-se um ser especial, proprietário d@s outr@s. De facto é um "ser especial", na medida em que é o paradigma do "verme" que não é, de todo, recuperável. Portugal merece também ser um case study dado o número significativo de mulheres jovens, feias e obesas, protagonistas (e, neste caso, um oficial de justiça... um oficial de justiça!) de crimes verdadeiramente hediondos.

# a liquidação do "outro" que "roubou" o "objeto", também remete para a "coisificação", para a negação da condição de "ser pensante", que fez uma opção, daquela que o criminoso considera um objeto seu. Mas o legislador português não aprende ou deliberadamente não quer aprender, e a justiça à portuguesa é aquela que pelo menos num caso proclamou o ciúme como motivo "razoável" (para a violência contra uma mulher) e outras inenerráveis barbaridades.

[Um exemplo, verdadeiramente abjeto, do domínio absoluto que uma estrutura perversa exerce sobre todos os aspectos do sujeito é o caso conhecido como "a máfia de Braga", em que são grandes perversos na totalidade da sua existência, divertindo-se a comentar os assassinatos brutais que cometeram, ao mesmo tempo que faziam juras de paixão panasca (outro exemplo da  radical psicopatia "panasca", é quando, na "equação", o "casal" de gays brasileiros, coloca logo o assassinato do "gay" português - puros psicopatas - a culpa é de quem lhes atribui cidadania em 4 ou 5 anos... resultando situações verdadeiramente alvitantes e escabrosas como esta, acrescentando uma criminalidade ainda mais radical à psicopatia dos portugueses, o que não deixará de ter consequências no futuro. A norma deveria ser abrir o país unicamente a mulheres, que são as grandes vítimas de uma violência doméstica aterradora na América latina.  Depois há o argumento "ético", abstrato: os homens não deveriam ser deixados escapar-se das consequências das sociedades tremendamente corruptas e brutais, fundadas na supremacia masculina, que eles não só criaram, como impuseram  e consolidaram, com a força de um poder arbitrário, modelo do qual as sociedades latino-americanas, e também as sociedades muçulmanas, são os paradigmas. O princípio geral de admissão de mulheres não significa um escancarar de portas: as mulheres com formação superior e jovens são o que interessa a Portugal).

Nos países cultural e civilizacionalmente atrasados, os gays (e as lésbicas) servem-se ampla e matreiramente do atraso no que diz respeito ao relacionamento entre sexos opostos. No entanto, essas sociedades tendem para a auto-extinção (e basta lerem-se as estatísticas da natalidade, confrontando-as com os encargos do Estado no médio e longo prazo), o que em termos de "fio (histórico) estruturante" é consequente com os comportamentos de risco dos perversos. Se fosse feito um estudo sistemático da realidade homossexual e de "grandes perversões", como a pedofilia, nos sociedades ainda mais fechadas, como @s muçulman@s, ficar-se-ia, provavelmente, "siderad@s", uma vez que as perversões, apesar de condenadas pela "sharia", constituirão muito provavelmente a "normalidade" não assumida dessas sociedades liminarmente disfuncionais, onde as relações entre sexos oposto não existem antes de casamentos arranjados, onde à mulher é liminarmente negado o direito ao prazer e onde só os ricos podem ter uma ou várias mulheres, entre as oficiais e as concubinas. A India e a sua cultura de violação e assassinato é outro exemplo limite, que, devido à generalização desses crimes, que parecem remeter para uma aceitação tribal, por um lado, e uma familiar patológica (li um intelectual indiano afirmar que os homens na Índia são muito "mimados" pelas mulheres, mães, irmãs e outras familiares, e portanto a causa da cultura de violação na Índia seria essa... enfim, simplesmente de pasmar). A "maior democracia do mundo" é uma democracia de violadores... Na Inglaterra, por exemplo, os criminosos a cumprir penas de prisão não podem votar. O tribunal europeu dos direitos humanos bem tentou coagir os ingleses a deixarem votar os criminosos presos, mas os ingleses, que introduziram a democracia na Europa e estão estre os dez Estados menos corruptos do mundo, não aceitaram essa indecente chantagem. Questão académica: se um país é constituído maioritariamente por violadores e outros criminosos, devem esses monstros ter o direito a determinar quem faz ou desfaz as leis que os vão regular? 

Portugal mereceria ser um case study, dado que teve um suporte cultural e financeiro, muito longo e sustentado, por parte da comunidade europeia, que lhe teria permitido evoluir para um nível de desenvolvimento social e cultural equiparado aos países de "topo". A conclusão mais fácil seria que a "essência" dos portugueses não torna isso possível, cenário que pode ter sido agravado pela entrada de outros grandes perversos (o gay Padre Frederico, pedófilo e assassino, bem a salvo do "braço curto" da justiça, no Brasil, de onde veio e para onde se escapou - ou deixaram que se escapasse... - foi só um exemplo amplamente mediatizado, que não serviu de alerta mas foi o ténebre prelúdio a uma decadência irreversível. Nessa aspeto particular, o próprio Vaticano parece um ninho de gays e pedófilos gay). Há que ter em mente que os pedófilos familiares serão mais nocivos que estes criminosos. Um pai, um avô, um tio, que abuse d@ própri@ filh@/net@/sobrinh@, assim como os pedófilos que exercem as suas monstruosidades no exercício da sua função de educadores/treinadores, são ainda mais monstruosos e as penas previstas no código penal português estão muito, muito longe, da permitirem a aplicação de uma "justiça justa" a crimes alvitantes de tal calibre
O treino militar deveria ser obrigatório para todas e todos @s jovens, pois o Estado deveria educar tod@s com competências efetivas e eficazes de auto-defesa. Assim seria num Estado limiarmente oposto ao estado teocrático dos países árabes, onde os governos e as "forças da ordem" jogam todas as cartas da desinformação para encobrirem atrocidades inenarráveis, onde a violação constituiu a maior humilhação e ataque com vista à total "coisificação" d@ "outr@ (num "catálogo" de atrocidades que ultrapassam o imaginário do comum do europeu contemporâneo). Faz-me recordar a parte da "Ponte sobre o Drina" (Ivo Andric), onde o representante do sultão manda caçar o homem (que andava a sabotar a construção da ponte), ordenando terminantemente que lhe seja trazido vivo, para ser empalado e exposto ao público, arrastando o inimaginável sofrimento dele, antes de expirar, por cerca de uma semana, e servindo de exemplo.

Para combater a generalização da praga homossexual, num país que já teve um rei vítima de um pedófilo gay, e que, num desfecho de causa/consequência e memorável justiça histórica implícita, perdeu a independência, há que tornar o país viável para mulheres estrangeiras, autónomas e inteligentes (algo impossível antes de se impôr a pena de morte para os assassinos de mulheres "por ciúmes", pois não há mulher inteligente, com conhecimento de causa, que vá para um país de psicopatas que sentem impunidade devido a um sistema de justiça desadequado), se fixarem (os países onde as mulheres são mais atraentes e inteligentes e onde a igualdade entre sexos está mais desenvolvida, como, por exemplo, a Escandinávia, são os socialmente mais avançados do mundo - e também dos mais prósperos, produtivos e criativos), sendo certo que não estamos na área das "ciências duras" e portanto, à partida, nenhuma "solução" garante um futuro "radioso" para países totalmente disfuncionais, cujo aumento de entropia ditará o seu colapso, porque "soluções" teoricamente interessantes, como a acima referida, têm, previsivelmente, um alcance muito limitado em sociedades estruturalmente disfuncionais, até porque, em sociedades estruturalmente corruptas, quem chega dos países desenvolvidos, ao olhar à sua volta, preocupa-se com a sua própria sobrevivência e não em mudar o que concluí como sendo intrínseco à cultura e à genética e portanto inalterável.

Da "estrutura psíquica" obsessiva

Poderia arguir-se que a obsessão não é uma "estrutura psíquica", ao que contraporia que na perversão também não se trataria de uma estrutura psíquica", o que seria falso, dado que a perversão se trata efetivamente de uma estruturação que determina todo o "ser" do sujeito e toda a sua "realidade". É importante realçar porque é que na mulher não existe este "vínculo" obcessivo, ainda que a sua "estrutura psíquica" tenha sido moldada igualmente pela relação com a mãe (o dito "complexo de Electra", a existir, terá uma importância menor na formação da "estrutura psíquica"). A mulher sempre encarou a relação com mãe numa prespetiva flexível e pragmática, porque culturalmente não seria aceitável a mera imaginação de uma relação (sexual) com mãe. Nos tempos que correm tal seria equacionável - ou equacionável no futuro - ao nível pelo menos de uma possibilidade teórica na análise psicanalítica? Não me parece: a mulher desenvolve-se com padrões de "estruturação psíquica" radicalmente diferentes do homem. A afirmação de Lacan "não há relação sexual" pode vir a revelar-se muito mais determinante para o desenvolvimento da humanidade do que aquilo que até agora nos foi permitido "desvelar"... 


Lacan: "não há relação sexual"

Seguramente que o futuro vai demonstrar a pertinência desta tautologia lacaniana. Será que há relação entre o atual domínio masculino e a possibilidade teórica da existência de uma humanidade só de mulheres, face à impossibilidade biológica da existência de uma humanidade constituída só de homens? Mas, atendendo exatamente à flexibilidade da estrutura psiquica das mulheres, algumas passarem a uma posição de domínio, devido à assunção de uma postura masculina, gerando uma entropia similar à das sociedades de domínio masculino, que tendem para a auto-aniquilação (basta verem-se as guerras infinitas das sociedades mulçumanas e o caos da américa latina onde o poder militar não conseguiu impôr-se, como as Honduras e El Salvador, onde o Estado está capturado por máfias, que são facetas extremas da "virilidade masculina", por um lado, e a ordem instituída por regimes militares, que são os únicos capazes de aplacar, com eficácia, a alegada "virilidade masculina" (de Michel Foucault), cujo exemplo último será exatamente essa cultura "latino americana", os agressivos e corruptos "machos latinos", agora transvertidos em gays, "ativos" e/ou "passivos", o que basicamente materializa a mesmíssima "estrutura psíquica" manipuladora e perversa que sempre tiveram, por outro)? Há no entanto que reter a muito provável diferença entre os gays "ativos" e os "passivos", já que aos primeiros estará inerente um substancial maior grau de perversidade, que se materializa numa vontade de domínio total d@s outr@s (são frequentemente "bi", pois o "gozo" deles reside na redução objetual d@s outr@s, mulheres ou homens, sendo frequentemente casados ou com relações hetererosexuais estáveis, pois possuem todo o sentido das (suas) "conveniências" e estratégias eficazes para manter a atividade do seu gozo psicopata segura (no fundo é uma questão de grau, não de categoria, o que separa estes sujeitos dos "serial killer"). Mas há outro aspecto: os e as gays, sendo os seres mais escravizados pela compulsão, pretendem apresentar-se como os e as que se libertaram da restrição biológica, "ascendendo" (no fundo é ao que conduz a teoria da identidade do género) a uma entidade escolhida, auto-considerando-se uma espécie de "iluminad@s", libert@s das constrições físicas. Como no mito da caverna platónico, el@s depois de terem contato com a "verdade" vão dissemina-la e generaliza-la. Estamos no campo da psicose delirante. As forças armadas - que devem ser abertas ás mulheres e procurarem atingir uma igualdade entre sexos, em todas as hierarquias - devem, por isso, ser interditas aos e ás gays.

O aqui desenvolvido aplica-se mais pertinentemente ás civilizações fundadas na conservação das mulheres para os homens do poder (o caso dos haréns mulçumanos), ou como valor de troca (caso das culturas "latinas" e também das sociedades mulçumanas, onde a "virgindade" é a "mais valia" essencial para um casamento conveniente, com a agravante de nas sociedades mulçumanas arriscar ser simplesmente uma das quatro esposas oficiais: as próprias escravas, nas culturas mulçumanas, também só podiam ser usadas sexualmente pelo seu "legítimo" proprietário), com justificações religiosas ou/e "tradicionais", onde a "massa" dos desprovidos encontrou formas pervertidas  de satisfação sexual, frequentemente com animais, sociedades essas que desenvolveram igualmente grandes perversões dentro das famílias, que só atualmente, devido à investigação jornalística e a uma maior atenção por parte dos estabelecimentos de ensino, no caso português, começaram a ser denunciadas e criminalizadas (mas a mão dura, muito dura, da justiça portuguesa não se aplica aos crimes gravíssimos...). 
Serß
Refira-se, sem surpresa, que o grosso dos abusadores (familiares, institucionais e outros) são homens, frequentemente com a cumplicidade das mulheres, no caso dos abusos no seio das famílias portuguesas. (todas fêmeas de todas as espécies animais, defendem a integridade das crias, com a própria vida, se necessário, exceto as portuguesas, ou parte significativa das mesmas. O mesmo em relação aos abusadores, frequentemente pais, avôs, tios ou amigos muito próximos, que estão portanto muitos degraus abaixo das outras espécies animais). Aqui poderíamos problematizar a questão do genocídio, que de tempos a tempos tem marcado a história humana, sendo o genocídio no Ruanda unicamente um dos últimos episódios. Até que ponto nos chocaríamos, ou olharíamos para o lado, se acontecesse uma exterminação planificada destes monstros? (infelizmente os genocídios, até agora, parecem só terem favorecido a parte física e militarmente mais forte. No futuro próximo, com o desenvolvimento e aperfeiçoamento da AI, será possível produzir "genocídios justos" - se se aceita o conceito de "guerra justa", terá de ser aceite o de "genocídio justo", já que se tratarão de "genocídios defensivos" contra violadores e agressores sistemáticos)

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