Um país de merda
Um familiar idoso é depois de longos anos insultado e explorado pelo filho de 45 anos, produto das pedagogias e dos pais, sobretudo um produto da mãe, que insultada permanentemente o defende consistentemente. Durante toda a vida só trabalhou uns meses, apesar de em determinada altura ter ganho um subsídio (uma parte a título perdido e o resto a reembolsar sem juros) da UE para criar uma empresa (que fechou, imagine-se, devido ao tremendo "stress" de ter de manter a contabilidade organizada...). Sem margem para dúvidas que o sujeito é um autêntico produto da mãe, mas é sobretudo um produto acabado do "sistema educativo" português, que não o obrigou a ganhar hábitos de trabalho, não o obrigou a respeitar os outros e lhe permitiu crescer e desenvolver-se como chulo insultador.
Vizinhos e familiares deram-me conta da situação e eu fiz uma denúncia no Ministério Público. Estes mesmos vizinhos e familiares, chegada à altura das declarações, afirmaram que não sabiam de nada e nunca presenciaram nada de anormal. A mim justificaram-se dizendo ter mêdo do sujeito...
A mãe do indivíduo disse-me que ele, quando foi chamado ao Ministério Público, ainda acusou os pais, que o sustentam desde sempre, de o "traumatizarem"! A mãe disse-me que ele cada vez está pior e cada vez a insulta mais, mas no MP afirmou que ele já não insulta e que se "anda a endireitar"...
Trata-se de um especialista em aproveitar-se dos outros, como todos os perversos. Há muitos anos conseguiu um carro por "favores" que deve ter prestado a um amigo do seu pai, muito mais velho e conhecido pelas suas "tendências". Mais tarde andava revoltado e a falar mal de quem lhe tinha oferecido o carro, muito provavelmente porque a pessoa pôs um travão à chulice que o sujeito esperava eternizar.
O mais notório neste caso, para além do grau, raro, da perversidade do indivíduo, é a cobardia e a liminar e radical falta de dignidade e carácter das pessoas. (a mãe ainda se compreende: é a velha historinha portuguesa da pobre e sofredora mãe que protege o filho, o asqueroso bandido que também a maltrata... A atitude das outras, nem se compreende, nem se aceita, nem se justifica e, no limite, é puro crime)
Finalmente a legendária ineficácia da justiça portuguesa: o pai do indivíduo diz claramente (tal como aparece no processo) que é insultado e que a situação é "insustentável". Mas a portuguesa justiça deve ter dado mais importância à conversa de um sujeito de 45 anos que diz que os pais o traumatizam (claro que ele não traumatiza os pais, velhos e doentes - sobretudo o pai que é quem sustenta a casa - com os insultos que desde sempre lhes dirigiu)! Um país com gente desta e com uma justiça destas merece ser varrido do mapa.
Nota: o sujeito só tinha o segundo ciclo do ensino básico mas há cerca de um ano conseguiu o 12º ano nas Novas Oportunidades, ficando a crer que ia para a universidade estudar psicologia. Candidatou-se à licenciatura em psicologia e não foi aceite, ficando ainda mais revoltado e mais insultuoso. As NOs neste caso tiveram um papel absolutamente negativo.
Não há prova do que quer que seja
neste caso não percebo a “culpa da Justiça”. Certamente que o processo não foi arquivado devida à alegação “dos traumas causados pelos pais”. O processo foi arquivado porque a vítima – mãe – desmentiu a denúncia – logo, não há crime – e os vizinhos e familiares foram lá dizer nada – logo, nem há prova do que quer que seja.
Um familiar idoso é depois de longos anos insultado e explorado pelo filho de 45 anos, produto das pedagogias e dos pais, sobretudo um produto da mãe, que insultada permanentemente o defende consistentemente. Durante toda a vida só trabalhou uns meses, apesar de em determinada altura ter ganho um subsídio (uma parte a título perdido e o resto a reembolsar sem juros) da UE para criar uma empresa (que fechou, imagine-se, devido ao tremendo "stress" de ter de manter a contabilidade organizada...). Sem margem para dúvidas que o sujeito é um autêntico produto da mãe, mas é sobretudo um produto acabado do "sistema educativo" português, que não o obrigou a ganhar hábitos de trabalho, não o obrigou a respeitar os outros e lhe permitiu crescer e desenvolver-se como chulo insultador.
Vizinhos e familiares deram-me conta da situação e eu fiz uma denúncia no Ministério Público. Estes mesmos vizinhos e familiares, chegada à altura das declarações, afirmaram que não sabiam de nada e nunca presenciaram nada de anormal. A mim justificaram-se dizendo ter mêdo do sujeito...
A mãe do indivíduo disse-me que ele, quando foi chamado ao Ministério Público, ainda acusou os pais, que o sustentam desde sempre, de o "traumatizarem"! A mãe disse-me que ele cada vez está pior e cada vez a insulta mais, mas no MP afirmou que ele já não insulta e que se "anda a endireitar"...
Trata-se de um especialista em aproveitar-se dos outros, como todos os perversos. Há muitos anos conseguiu um carro por "favores" que deve ter prestado a um amigo do seu pai, muito mais velho e conhecido pelas suas "tendências". Mais tarde andava revoltado e a falar mal de quem lhe tinha oferecido o carro, muito provavelmente porque a pessoa pôs um travão à chulice que o sujeito esperava eternizar.
O mais notório neste caso, para além do grau, raro, da perversidade do indivíduo, é a cobardia e a liminar e radical falta de dignidade e carácter das pessoas. (a mãe ainda se compreende: é a velha historinha portuguesa da pobre e sofredora mãe que protege o filho, o asqueroso bandido que também a maltrata... A atitude das outras, nem se compreende, nem se aceita, nem se justifica e, no limite, é puro crime)
Finalmente a legendária ineficácia da justiça portuguesa: o pai do indivíduo diz claramente (tal como aparece no processo) que é insultado e que a situação é "insustentável". Mas a portuguesa justiça deve ter dado mais importância à conversa de um sujeito de 45 anos que diz que os pais o traumatizam (claro que ele não traumatiza os pais, velhos e doentes - sobretudo o pai que é quem sustenta a casa - com os insultos que desde sempre lhes dirigiu)! Um país com gente desta e com uma justiça destas merece ser varrido do mapa.
Nota: o sujeito só tinha o segundo ciclo do ensino básico mas há cerca de um ano conseguiu o 12º ano nas Novas Oportunidades, ficando a crer que ia para a universidade estudar psicologia. Candidatou-se à licenciatura em psicologia e não foi aceite, ficando ainda mais revoltado e mais insultuoso. As NOs neste caso tiveram um papel absolutamente negativo.
Não há prova do que quer que seja
neste caso não percebo a “culpa da Justiça”. Certamente que o processo não foi arquivado devida à alegação “dos traumas causados pelos pais”. O processo foi arquivado porque a vítima – mãe – desmentiu a denúncia – logo, não há crime – e os vizinhos e familiares foram lá dizer nada – logo, nem há prova do que quer que seja.
