Pois...
Violações de direitos humanos são agora piores do que as de Mubarak.
...
Um relatório da Amnistia Internacional enumera uma lista "aflitiva" de violações dos direitos humanos cometidas sob o poder do Conselho Supremo das Forças Armadas, que lidera os destinos do Egipto desde a queda de Mubarak, a 11 de Fevereiro, na sequência da revolta popular.
O relatório é divulgado no dia para o qual os movimentos egípcios na origem da rebelião popular convocaram uma manifestação para contestar o poder militar, que na segunda-feira rejeitou a demissão do Governo, após três dias de confrontos mortíferos entre forças da ordem e manifestantes.
O último balanço do ministério da Saúde refere que os confrontos entre militantes e as forças da ordem provocaram já, pelo menos, 24 mortos entre os manifestantes.
A Coligação dos jovens da revolução e o Movimento 6 de Abril, entre outros grupos de intervenção política, apelaram no Facebook para uma concentração, esta terça-feira, pelas 16 horas locais (14 horas em Portugal Continental) na emblemática praça Tahrir, no Cairo.
Os diferentes grupos exigem a demissão do Governo de Essam Charaf, designado pelo conselho militar no poder, e a formação de um "governo de salvação nacional". jn.pt
Nota: o governo militar já pediu a demissão...
Violações de direitos humanos são agora piores do que as de Mubarak.
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Um relatório da Amnistia Internacional enumera uma lista "aflitiva" de violações dos direitos humanos cometidas sob o poder do Conselho Supremo das Forças Armadas, que lidera os destinos do Egipto desde a queda de Mubarak, a 11 de Fevereiro, na sequência da revolta popular.
O relatório é divulgado no dia para o qual os movimentos egípcios na origem da rebelião popular convocaram uma manifestação para contestar o poder militar, que na segunda-feira rejeitou a demissão do Governo, após três dias de confrontos mortíferos entre forças da ordem e manifestantes.
O último balanço do ministério da Saúde refere que os confrontos entre militantes e as forças da ordem provocaram já, pelo menos, 24 mortos entre os manifestantes.
A Coligação dos jovens da revolução e o Movimento 6 de Abril, entre outros grupos de intervenção política, apelaram no Facebook para uma concentração, esta terça-feira, pelas 16 horas locais (14 horas em Portugal Continental) na emblemática praça Tahrir, no Cairo.
Os diferentes grupos exigem a demissão do Governo de Essam Charaf, designado pelo conselho militar no poder, e a formação de um "governo de salvação nacional". jn.pt
Nota: o governo militar já pediu a demissão...
