Os mesmos de sempre
«Lá dentro, no «inner circle» do poder - político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»
Nota 1: MST no jornalismo é um "senador" do grupo "os mesmos de sempre", aqueles que tudo monopolizam, os que impedem a renovação e "novas oportunidades" para os novos talentos (que não têm cunhas nem fazem parte das famílias dos "mesmos de sempre").
Nota 2: há que prestar muita atenção aos "cambalachos" que as sociedades de advogados se preparam para fazer. São estas sociedades que têm intermediado as grandes negociatas de Estado que levaram o país à ruina e são os advogados-deputados que têm produzido a legislação que tem tornado legal aquilo que em qualquer parte do mundo "civilizado" seriam graves crimes contra o Estado, punidos com dezenas de anos de prisão e arresto dos bens privados dos responsáveis. Esta captura do sistema democrático por interesses liminarmente obscuros para os cidadãos, altamente lesivos dos interesses do Estado, do bem estar colectivo e da "justiça social", sim, seria um motivo muito forte, "atendível" e "justo" para um golpe militar.
«Lá dentro, no «inner circle» do poder - político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»
Nota 1: MST no jornalismo é um "senador" do grupo "os mesmos de sempre", aqueles que tudo monopolizam, os que impedem a renovação e "novas oportunidades" para os novos talentos (que não têm cunhas nem fazem parte das famílias dos "mesmos de sempre").
Nota 2: há que prestar muita atenção aos "cambalachos" que as sociedades de advogados se preparam para fazer. São estas sociedades que têm intermediado as grandes negociatas de Estado que levaram o país à ruina e são os advogados-deputados que têm produzido a legislação que tem tornado legal aquilo que em qualquer parte do mundo "civilizado" seriam graves crimes contra o Estado, punidos com dezenas de anos de prisão e arresto dos bens privados dos responsáveis. Esta captura do sistema democrático por interesses liminarmente obscuros para os cidadãos, altamente lesivos dos interesses do Estado, do bem estar colectivo e da "justiça social", sim, seria um motivo muito forte, "atendível" e "justo" para um golpe militar.
