Pastéis de Belém no Top 50 do “The Guardian”

Estão em 15º lugar, antes do bife do Le Louchebem, em Paris e logo a seguir aos Pastrami da Katz's Deli, em Nova Iorque.

Os nossos Pastéis de Belém não passam despercebidos e são até uma referência a nível internacional.

Por isso mesmo, o jornal britânico "The Guardian" acaba de lhes dar um lugar de destaque na rubrica "The 50 best things to eat in the world, and where to eat them".

A longa lista, de fazer crescer água na boca e onde não faltam as famosas ostras da Irlanda do Norte, o italianíssimo ‘Zabaglione' ou os incontornáveis ‘macarrons' da parisiense Ladurée, contou com a ajuda de profissionais como Raymond Blanc, Michel Roux ou Ruth Rogers. economico.sapo.pt

Nota: registem já a patentezinha em todo o mundo (eu sei que é complicado e muito dispendioso) que chicos espertos há-os em todo o lado. Na verdade registar uma patente em todos o países do mundo é uma enormidade só ao alcance de grandes multinacionais, por isso pensem em registá-la nos países europeus (devia existir uma patente única na UE alargada e com efeitos em toda a Europa), nos USA e Canadá, nos países maiores da Oceania, na China (eles não respeitam as patentes mas como não se trata de IT mas de um pastel...), no Brasil (claro!), e pouco mais. A outra possibilidade é não registarem nada, confiarem no segredo bem guardado da receita, e sujeitarem-se a que um dia "Pastéis de Belém" seja uma marca detida em alguns países por um chico-esperto qualquer. (partindo do princípio que o Guardian apresentou o nome dos pastéis em português...)

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