Wikileaks vai acelerar novas revelações

"O nosso trabalho no WikiLeaks continua sem descanso", afirmou Julian Assange à porta do tribunal de magistrados de Belmarsh, no sudeste da capital britânica.

O australiano disse estar a "acelerar a publicação de questões relacionadas com o 'Cablegate' e outros materiais".

Os novos documentos "vão aparecer em breve através dos nossos jornais parceiros por todo o mundo, grandes e pequenos, e através de organizações de direitos humanos", revelou.

O portal publicou até agora 2017 de um total de 251.287 correios diplomáticos escritos por diplomatas norte americanos.

Os telegramas, escritos a partir de 274 embaixadas, consulados ou missões diplomáticas en todo o mundo, datam de 28 de Dezembro de 1966 a 28 de Fevereiro de 2010. jn.pt


Governo dos EUA obriga Twitter a dar dados

O serviço de microblogging Twitter foi intimado pelo Departamento de Justiça dos EUA para entregar informação sobre o Wikileaks. De acordo com diversos sites da especialidade, o governo norte-americano quer ter acesso a informação sobre contas relacionadas com a revelação de informação confidencial e sigilosa pelo website Wikileaks, tendo para isso intimado o Twitter. idem


Wikileaks perde mais de 480 mil euros por semana

O portal Wikileaks enfrenta dificuldades financeiras e perde mais de 480 mil euros por semana desde que, em finais de Novembro, começou a divulgar 250 mil telegramas da diplomacia norte-americana, revelou o seu fundador, Julian Assange.

"Perdemos mais de 600 mil francos suíços (cerca de 480 mil euros) por semana desde que começámos com a divulgação dos telegramas diplomáticos. Para continuar com as nossas actividades, será necessário, de uma maneira ou outra, recuperar esse dinheiro", afirmou Julian Assange em entrevista aos jornais suíços "La Tribune" e "24Heures" e citado pela agência France Presse.

Questionado sobre se as múltiplas pressões de que é alvo poderão ditar o fim da actividade do portal ou levá-lo a desistir, Assange foi peremptório: "Do ponto de vista pessoal, não. Eu diria, inclusive, que as pressões fortalecem a minha determinação".

Mas Assange reconheceu que "do ponto de vista financeiro, a situação é diferente". ibidem

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