O esperado bloqueio

A Paypal diz que o seu serviço de pagamentos não pode ser usado para actividades que “encorajem, promovam, facilitem ou instruam outros para entrar em actividades ilegais”, acusando a WikiLeaks de “violação da política de uso aceitável” da Paypal.

As últimas divulgações da WikiLeaks, envolvendo milhares de mensagens diplomáticas norte-americanas, causaram polémica e debate sobre a sua legalidade.

Ainda esta semana, a Amazon, empresa de vendas on-line que alojava nos seus servidores o site fundado por Julian Assange, recusou continuar a mantê-lo, “em resultado de pressões políticas que tentam silenciar a organização de Assange”, escreve o "El País". O diário espanhol foi um dos cinco jornais internacionais que recebeu os documentos em exclusivo, junto com o britânico “The Guardian” e a revista alemã “Der Spiegel”, o francês "Le Monde" e o norte-americano "The New York Times". publico.pt, 4 dez

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