Iluminado pela perversidade

Q não é fundamentalmente diferente de todos os perversos.

Vítima de discriminação na infância, sem pais e educadores que o obrigassem a esforçar-se e simultaneamente o impedissem de se desenvolver na crença de que esperto é aquele que consegue aproveitar-se dos outros, tornou-se num perverso absolutamente consistente, em que todos os seus passos foram e são dados iluminados pela sua visão pervertida da relação com os outros. in O caso Q

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